[ Enfermaria do QG - Cozinha ]

Achou por bem que era mais fácil esperar a loira voltar estando no andar de baixo, afinal de contas o quarto dela era no andar superior e não sabia quando voltaria. Então lembrou de suas trancinhas de alcaçus, por que não?

Voltou para a cozinha, achando o ruivo pelo caminho. Ergueu uma sobrancelha quando notou que ele ainda parecia bem machucado, ainda assim vagava por aí. - Ruivo. - Cumprimentou-o de sua própria maneira. - O que tá fazendo andando por aí parecendo uma múmia?

O lutador caçava pão no armário, quando ouviu a voz do imortal. O griffo já estava grande pra subir na mesa como antes, então ficou deitado do lado da mesa, observando os dois. Virou-se para o moreno, dando um sorriso. - Ah, olá Sieg. - Voltou a procurar o pão. - Digamos que eu apanhei um pouco na missão, e tive que ficar de cama por um tempo. Então cansei de ficar deitado e vim dar uma volta. - Finalmente achou o pão, pegando duas fatias e fechando o armário novamente, agora virando-se para o imortal novamente.

O moreno parecia muito mais interessado no pet do que no ruivo machucado escalando o armário, no entanto. Abaixou-se próximo dele, ameaçando tocar a ponta de seu bico. - Bacana seu amiguinho. Gente nova no pedaço faz bem. Qual o nome dele? Galinha frita? - Brincou, mas depois fez um carinho em suas penas, deixando claro que era tudo uma grande brincadeira, se ergueu então.

-Parece a Ruivinha. Chegaram os dois destruídos no QG. - Comentou. Deixou de lado toda a situação de Canaban em si, sabia pelo vendedor que ele estivera presente, mas estava firme em acreditar na palavra da líder. - Deve ter dado um trabalho mesmo. Tsc, essas crianças. - Ainda riu e depois foi pegar seu doce, o qual viera em busca de.

O griffo apenas levantou um olho para encarar o imortal. Nunca o tinha o visto, afinal. Com a piadinha, só fechou o olho, virando o bico no momento em que o moreno se aproximou para fazer carinho. Sabia que seres inferiores costumavam zombar dos seres superiores para tentar se igualar, mas no fim.

- Na verdade é Leo. - Deu uma risadinha com a reação do grifo. Não esperava algo diferente de seu mascote. - Elesis?! Ela está bem?! - Seu sorriso aumentou, e um grande alivio veio junto. Ao menos seus esforços não haviam sido em vão, se ela estava viva afinal. - Bom saber que ela sobreviveu… Nós quase morremos naquele deserto. - Suspirou, coçando a nuca. - Acho que se eu não tivesse conseguido correr até o barco, estaríamos mortos.

Saiu de lá, indo até a geladeira, parando antes para fazer um carinho em sua mascote.

-Leo. - Ele falou como se degustasse a palavra. - Mas ele não me lembra à um leão, no entanto. - Comentou e deu uma mordida em seu doce, ouvindo o que o ruivo falara. Ao menos ele tinha a decência de ficar preocupado com a Elesis. - Ela está bem. Bem quebrada, mas vai sobreviver. - Falou deixando seu tom de preocupação bem escondido. 

[ Enfermaria do QG - Cozinha ]

jin-kaien:

immortal-sieghart:

jin-kaien:

Finalmente, haviam passado alguns dias já desde que chegara. Estava bom o suficiente para andar por ai. Todo enfaixado ainda, levantou-se com a ajuda do Griffo, que o usou como apoio. O mesmo aliás, parecia aumentar a cada dia que passava. Era engraçado de se ver. Enfim, saiu da cama e começou a andar, em um ritmo calmo, não podia abusar.

Fome…

Se dirigiu para a cozinha, ainda com a ajuda do griffo, para comer. Depois, iria querer tomar banho. Os banhos que estava tomando eram só com sabão e pano, então. 

Achou por bem que era mais fácil esperar a loira voltar estando no andar de baixo, afinal de contas o quarto dela era no andar superior e não sabia quando voltaria. Então lembrou de suas trancinhas de alcaçus, por que não?

Voltou para a cozinha, achando o ruivo pelo caminho. Ergueu uma sobrancelha quando notou que ele ainda parecia bem machucado, ainda assim vagava por aí. - Ruivo. - Cumprimentou-o de sua própria maneira. - O que tá fazendo andando por aí parecendo uma múmia?

O lutador caçava pão no armário, quando ouviu a voz do imortal. O griffo já estava grande pra subir na mesa como antes, então ficou deitado do lado da mesa, observando os dois. Virou-se para o moreno, dando um sorriso. - Ah, olá Sieg. - Voltou a procurar o pão. - Digamos que eu apanhei um pouco na missão, e tive que ficar de cama por um tempo. Então cansei de ficar deitado e vim dar uma volta. - Finalmente achou o pão, pegando duas fatias e fechando o armário novamente, agora virando-se para o imortal novamente.

O moreno parecia muito mais interessado no pet do que no ruivo machucado escalando o armário, no entanto. Abaixou-se próximo dele, ameaçando tocar a ponta de seu bico. - Bacana seu amiguinho. Gente nova no pedaço faz bem. Qual o nome dele? Galinha frita? - Brincou, mas depois fez um carinho em suas penas, deixando claro que era tudo uma grande brincadeira, se ergueu então.

-Parece a Ruivinha. Chegaram os dois destruídos no QG. - Comentou. Deixou de lado toda a situação de Canaban em si, sabia pelo vendedor que ele estivera presente, mas estava firme em acreditar na palavra da líder. - Deve ter dado um trabalho mesmo. Tsc, essas crianças. - Ainda riu e depois foi pegar seu doce, o qual viera em busca de.

[ Enfermaria do QG - Cozinha ]

jin-kaien:

Finalmente, haviam passado alguns dias já desde que chegara. Estava bom o suficiente para andar por ai. Todo enfaixado ainda, levantou-se com a ajuda do Griffo, que o usou como apoio. O mesmo aliás, parecia aumentar a cada dia que passava. Era engraçado de se ver. Enfim, saiu da cama e começou a andar, em um ritmo calmo, não podia abusar.

Fome…

Se dirigiu para a cozinha, ainda com a ajuda do griffo, para comer. Depois, iria querer tomar banho. Os banhos que estava tomando eram só com sabão e pano, então. 

Achou por bem que era mais fácil esperar a loira voltar estando no andar de baixo, afinal de contas o quarto dela era no andar superior e não sabia quando voltaria. Então lembrou de suas trancinhas de alcaçus, por que não?

Voltou para a cozinha, achando o ruivo pelo caminho. Ergueu uma sobrancelha quando notou que ele ainda parecia bem machucado, ainda assim vagava por aí. - Ruivo. - Cumprimentou-o de sua própria maneira. - O que tá fazendo andando por aí parecendo uma múmia?

[ Cozinha/Banheiro/Quarto - Manhã ]

Comeu algumas frutas em bastante fome, o adocicado delas o fez acordar por completo, o deixando satisfeito. Depois de se saciar - ainda fizera um sanduíche - subiu as escadas, pronto para tomar um banho que merecia.

Banhou-se, demorando algum tempo sob o chuveiro apenas pensando na vida, para depois começar a lavar-se, e depois de limpo enrolou uma toalha na cintura e foi, assim mesmo, de volta para seu quarto, fechando a porta.

Vestiu uma roupa qualquer, apenas pelo puro ato de vestir-se mesmo, e depois decidiu, olhando sua mochila de viagem no canto, que deveria arrumá-la.

Qual foi sua surpresa quando viu que não tinha vendido - tinha se esquecido na verdade - as pedras quentes? O moreno suspirou, coçando a cabeça. Lire ia esganá-lo: Primeiro pelo chifre vendido por tão pouco, depois por esquecer de vender coisas.

Por onde andava sua cabeça ultimamente? Estava esquecendo coisas, ficando bravo por nada… Parecia envelhecer aos poucos.

[ Quarto do Siegh - Manhã ]

Acabou pegando no sono sem que percebesse. Tamanho foi seu tédio e as dores no corpo que, quando percebeu, já era manhã e ele havia dormido a noite inteira.

Coçou os cabelos desarrumados, dando bom dia para os dois ovos no canto, olhando-os atentamente ao seu ver eles pareciam bem saudáveis. Suspirou contente de, ao menos, estar sendo capaz de cuidar destes.

Ergueu-se, espreguiçando e tirando o sono de cada um dos seus músculos, ouvindo seu ombro estalar no processo. Outro bocejo. Com as mesmas roupas com as quais dormiu - vide, seu short quase cueca -, desceu as escadas faminto.

Não tinha tomado café da manhã, almoçado ou jantado no dia anterior. Claro que estava cansado! Não tinha sustância no corpo. Murmurou uma piada para ele mesmo que o fez rir no processo, e fechou a porta de seu quarto - reacendendo a luz de seu abajur para não deixar os ovos frios por muito tempo -, descendo para a cozinha.

Decidiu pegar qualquer coisa que fosse fácil fazer para se comer contanto que o alimentasse.

lupus-wild:

elesissieghart:

limethesaint:

Escadas. Derrubando pessoas em prol de relacionamentos.

Que escada o quê, o negócio é botar o pé na frente pra derrubar as troxa /OOC

… Meu Deus gente RS /ooc

Eu vou quebrar esse azulzinho. /ooc

[ QG - Noite ]

Chegava ao QG cansado. Tinha feito de tudo um pouco naquele dia. Repensando o dia inteiro sentiu que seu cansaço havia triplicado, estava ficando velho demais para fazer coisas do gênero - de ter que interagir com o Lupus até vender coisas em Canaban, de tudo havia feito.

Subiu as escadas para seu quarto arrastando os pés, não encontrou ninguém pelo caminho, e acabou bocejando antes de chegar realmente ao local. Abriu sua porta silenciosamente e deixou os ovos confortáveis sobre a cama, soltando-os de sua amarra. Logo em seguida voltou à colocá-los no cantinho onde haviam dormido na noite anterior e ligou a luz de seu abajur sobre eles, para os esquentar, fechando a janela sobre sua cama.

Seguiu para o banheiro então, carregando apenas seu short de dormir. Tomou um banho quente, livrando-se da tensão dos músculos e poeira de um dia inteiro, logo voltando para seu quarto, ainda com a toalha ao redor do pescoço - a mesma que usava, volta e meia, para secar os pingos d’água que escorriam por seus ombros e face.

Jogou-se na cama, deixando a porta aberta. Não tinha sono, apesar de cansado, então permaneceu apenas deitado, buscando, em sua mente, algo para se fazer.

[ Canaban - Final de Tarde ]

-Parece ótimo. - O imortal estava cansado demais para debater preços. Acabou concordando pelo que foi ditado por ele. Parecia um preço justo e o final, pelas suas contas rápidas, parecia ótimo. Se o vendedor, depois, teria mais lucro ótimo para ele. - Trato feito. Quando eu poderei vir buscar as bolsas?

O homem acenou, mandando-o entrar em sua loja, lá dentro pegou três grandes barras valiosas (2800p) e entregou-as ao imortal. Depois, junto dele, retirou os materiais e deixou-os no interior de sua loja. - Em duas semanas, não mais. - Falou. - Serão trabalhosas, mas farei o possível para ficarem exemplares. - Concluiu, depois estendeu a mão para um aperto de mão. - Ótimo fazer negócios com você.

Ele conferiu o dinheiro antes de guardá-lo, finalmente apertando a mão do comerciante. - Posso dizer o mesmo para você. - Falou e depois pegou a carroça, agora quase vazia, e depois encontrou com o comerciante que o emprestou, pagando-o algumas bebidas, e finalmente, agora que carregava apenas sua trouxinha com os ovos, pegou uma caravana de volta ao QG.

Tinha os bolsos recheados e achava que Lire ficaria contente com seu desempenho também.

[ Canaban - Final de Tarde ]

A loja do artesão já estava quase fechando. A tarde aos poucos acabava e os clientes já estavam indo para as tabernas - coisa que ele próprio pretendia fazer também. Qual foi sua surpresa no entanto ao ver o moreno se aproximar com sua “carroça”, mostrando-se o último cliente do dia. - Boa tarde. - Cumprimentou. - Bem vindo à Loja dos Artesãos de Canaban. O que posso fazer por você?

-Boa tarde. - Respondeu. Estava já ficando cansado de tanto vagar pela cidade, queria terminar de resolver as coisas logo. - Gostaria de saber se você pode trabalhar com o material que eu disponibilizar e… Quanto vai custar.

Pegou então os últimos materiais de dentro da carroça, mostrando-os para o artesão. - Gostaria de fazer duas mochilas grandes, de missão, com esse couro, coberto com as escamas. - Explicou, detalhando que vieram de um dragão logo depois. - Sei que tem mais o que o necessário aqui para somente essas duas coisas, mas planejo vender o resto. E também a espinha dorsal que trouxe comigo. - Apontou. - Quanto você pode me oferecer?

O artesão pensou por um tempo e esfregava a ponta dos dedos no couro, olhando as escamas de longe. Certamente aquilo lhe daria algum trabalho para confeccionar. - Bom, com certeza não vou precisar disso tudo. Devo usar 6x4 desse couro. Se quiser a mochila inteira coberta por fora de escamas, serão por volta de umas vinte para cada bolsa. - Explicou. - E o valor delas vai ser 200p por cada. 

Assim deu prosseguimento. - Mas posso comprar o restante do couro por, digamos, 300p. E cada escama por 20p, nada além. - Deixou o couro de lado e aproximou-se da espinha dorsal. - Não tenho muito uso para ela… Na verdade ninguém vai ter. Ela é bem resistente, mas vai fazer a armadura pesada… Não acho que terão muitos interessados. Talvez 500p pelo conjunto todo.

-Parece ótimo. - O imortal estava cansado demais para debater preços. Acabou concordando pelo que foi ditado por ele. Parecia um preço justo e o final, pelas suas contas rápidas, parecia ótimo. Se o vendedor, depois, teria mais lucro ótimo para ele. - Trato feito. Quando eu poderei vir buscar as bolsas?

[ Canaban - Final de Tarde ]

Dokebi e flubell.O imortal concordou. Nunca tinha ouvido falar de nenhum deles. - Sabe o que fazem? Ou quanto valem?

-Ah, o Dokebi com certeza, para um grande colecionador, de repente, valeria bastante dinheiro. Diria algo por volta de 500p. - Explicou. - Há poucos desse na natureza e eles podem se tornar invisíveis, o que os torna muito difícil de capturar. Quanto à Flubell falaria que ela vale mais de 300p, com suas habilidades curativas. - Terminou o que falava para depois erguer uma sobrancelha. - Por que? Tem interesse em vender?

-Interesse? Talvez. - Ele confirmou. - Mas não agora. Preciso confirmar se uma pessoa realmente não vai ter interesse em nenhum dos dois, como ela tinha dito. - Explicou com calma. - Mas provavelmente volto aqui por essa semana, nem que seja para vender um deles.

Despediu-se do homem e pegou os ovos, colocando-os de volta em sua trouxa, e voltou para o lado de fora, partindo para o próximo - e último - ponto de sua lista: O Artesão de Armaduras de Couro. 

A loja do artesão já estava quase fechando. A tarde aos poucos acabava e os clientes já estavam indo para as tabernas - coisa que ele próprio pretendia fazer também. Qual foi sua surpresa no entanto ao ver o moreno se aproximar com sua “carroça”, mostrando-se o último cliente do dia. - Boa tarde. - Cumprimentou. - Bem vindo à Loja dos Artesãos de Canaban. O que posso fazer por você?

-Boa tarde. - Respondeu. Estava já ficando cansado de tanto vagar pela cidade, queria terminar de resolver as coisas logo. - Gostaria de saber se você pode trabalhar com o material que eu disponibilizar e… Quanto vai custar.

Pegou então os últimos materiais de dentro da carroça, mostrando-os para o artesão. - Gostaria de fazer duas mochilas grandes, de missão, com esse couro, coberto com as escamas. - Explicou, detalhando que vieram de um dragão logo depois. - Sei que tem mais o que o necessário aqui para somente essas duas coisas, mas planejo vender o resto. E também a espinha dorsal que trouxe comigo. - Apontou. - Quanto você pode me oferecer?

[ Canaban - Final de Tarde ]

Sieghart havia deixado o resto das coisas do lado de fora, entrando apenas com a trouxa que fizera para carregar os ovos. Com cuidado os depositou sobre a bancada do homem. - Boa tarde. Eu achei esses ovos durante minhas jornadas e achei que, bom, você poderia me dizer do que eles são. Algum palpite?

O homem desamarrou a trouxa, observando os ovos com atenção. Sua textura, cores e estado. - Parecem bem próximos de rachar, eu diria. - Pegou um pesado livro então, folheando-o. De cima, Sieghart podia ver que eram tipos de ovos. - Eu acho que se trata de um filhote de Dokebi e outro de Flubell.

Dokebi e flubell.O imortal concordou. Nunca tinha ouvido falar de nenhum deles. - Sabe o que fazem? Ou quanto valem?

-Ah, o Dokebi com certeza, para um grande colecionador, de repente, valeria bastante dinheiro. Diria algo por volta de 500p. - Explicou. - Há poucos desse na natureza e eles podem se tornar invisíveis, o que os torna muito difícil de capturar. Quanto à Flubell falaria que ela vale mais de 300p, com suas habilidades curativas. - Terminou o que falava para depois erguer uma sobrancelha. - Por que? Tem interesse em vender?

-Interesse? Talvez. - Ele confirmou. - Mas não agora. Preciso confirmar se uma pessoa realmente não vai ter interesse em nenhum dos dois, como ela tinha dito. - Explicou com calma. - Mas provavelmente volto aqui por essa semana, nem que seja para vender um deles.

Despediu-se do homem e pegou os ovos, colocando-os de volta em sua trouxa, e voltou para o lado de fora, partindo para o próximo - e último - ponto de sua lista: O Artesão de Armaduras de Couro. 

[ Canaban - Final de Tarde ]

Era a mesma pet shop que já era bem conhecida o mesmo comerciante estava lá dentro, cuidando de seus afazeres. Quando viu o cliente novo em sua loja, cumprimentou-o. - Boa tarde cavaleiro. Em que devo sua visita?

Sieghart havia deixado o resto das coisas do lado de fora, entrando apenas com a trouxa que fizera para carregar os ovos. Com cuidado os depositou sobre a bancada do homem. - Boa tarde. Eu achei esses ovos durante minhas jornadas e achei que, bom, você poderia me dizer do que eles são. Algum palpite?

O homem desamarrou a trouxa, observando os ovos com atenção. Sua textura, cores e estado. - Parecem bem próximos de rachar, eu diria. - Pegou um pesado livro então, folheando-o. De cima, Sieghart podia ver que eram tipos de ovos. - Eu acho que se trata de um filhote de Dokebi e outro de Flubell.

Dokebi e flubell.O imortal concordou. Nunca tinha ouvido falar de nenhum deles. - Sabe o que fazem? Ou quanto valem?

[ Canaban - Final de Tarde ]

O homem titubeou. Claramente aquele era um acordo para vida inteira. Certamente ele conseguiria se manter fácil depois daquilo. - 500p… É bastante dinheiro… - Olhou para o imortal, depois estendeu a mão. - Certo, negócio fechado. Vou lá dentro pegar seu dinheiro, tem como você deixar essa belezinha aí no canto? - E apontou para logo ao lado da forja.

Deixou o chifre logo ao lado e depois pegou sua quantia de dinheiro. Satisfeito então, despediu-se e passou para a próxima parada de sua troca e venda de materiais: a pet shop. 

Era a mesma pet shop que já era bem conhecida o mesmo comerciante estava lá dentro, cuidando de seus afazeres. Quando viu o cliente novo em sua loja, cumprimentou-o. - Boa tarde cavaleiro. Em que devo sua visita?

Sieghart havia deixado o resto das coisas do lado de fora, entrando apenas com a trouxa que fizera para carregar os ovos. Com cuidado os depositou sobre a bancada do homem. - Boa tarde. Eu achei esses ovos durante minhas jornadas e achei que, bom, você poderia me dizer do que eles são. Algum palpite?

[ Canaban - Final de Tarde ]

-20%… - Sieghart coçou seu rosto. - Me parece bem injusto para ser sincero. Você vai acabar fazendo uma fortuna com essas armas. - Falou honesto. Depois deu de ombros. Ele não era realmente uma pessoa que se preocupava com dinheiro em todos os momentos. - Faremos assim, que tal 500p iniciais, para eu também não sair tão no prejuízo, e 25% de cada arma?

O homem titubeou. Claramente aquele era um acordo para vida inteira. Certamente ele conseguiria se manter fácil depois daquilo. - 500p… É bastante dinheiro… - Olhou para o imortal, depois estendeu a mão. - Certo, negócio fechado. Vou lá dentro pegar seu dinheiro, tem como você deixar essa belezinha aí no canto? - E apontou para logo ao lado da forja.

Deixou o chifre logo ao lado e depois pegou sua quantia de dinheiro. Satisfeito então, despediu-se e passou para a próxima parada de sua troca e venda de materiais: a pet shop.